Ela reconheceu o amor e entregou o coração. Feliz como era, fez canção. Desenhou nas estrelas e rabiscou a história que contaria , amou, mimou, foi confidente, amante e mulher.

Ele se entregou aos encantos, ao fervor da paixão, ao cheiro, fez dela sua pele, foi carinhoso, doce, amigo e amante.

Ela queria andar de mãos dadas, olhar nos olhos, ter uma canção, escrever uma história, fazer das promessas as verdades.

Ele adorava o sorriso , a boca e o contorno do corpo dela … Era sol e mar, era o estremecer ao som da voz, estava feliz.

Ela encontrou sua metade, seu complemento … quantas buscas e agora sim felicidade!

Ele, não tinha certeza…

Ela argumentou, implorou e chorou, mas por amor o deixou ir …

Ele nada prometeu e foi em busca de outros abraços, novas aventuras, outros beijos.

Ela chorou … sofreu e fez os remendos necessários no coração e na alma para seguir.

Ele, depois de muitos carnavais, provou a quarta-feira de cinzas … estava só e a saudade do corpo, do sorriso e do cheiro dela, do coração daquela mulher cheio de amor que o fazia sentir o mundo como criança, invadiu dilaceradamente sua alma.

Ela e Ele total sintonia, complemento!

Então … Ele a procurou,

Então … Dizem que ela foi para shangrilá

Ele nunca mais a encontrou.

Ela e ele … sem amor.

E quantas histórias assim não conhecemos? Quantos casais separados que jurávamos ser o par um do outro?

Tudo porque não controlamos o ego … não valorizamos o que temos … não acreditamos no amor.

Muitas vezes por insegurança, por um passado frustrado, temos medo de ser INTEIRO para alguém e preferimos ser metade para muitos. E assim deixamos de viver um amor, um grande amor. O ideal é olhar para Ele e Ela, e ouvir o som que vem do coração, é se permitir e deixar o amor te reconhecer novamente.

Não se escreve uma única história na vida!