Muitos costumam associar o surgimento de melasma ao período gestacional. Porém, não é apenas nessa fase que as mulheres podem sofrer com as indesejáveis manchas na pele. Alterações hormonais provocadas pelo uso de pílula anticoncepcional, a menopausa e o excesso de exposição aos raios ultravioletas são outros fatores que originam o problema.

De acordo com o médico dermatologista Amilton Macedo (CRM/SP – 80686), com prática em oxidologia, o verão é comum que algumas pessoas apresentem maior incidência de melasma. “Isso ocorre porque como elas passam longos períodos expostas a ação dos raios ultravioletas, estimula a produção de melanina, um pigmento que confere coloração a pele e que em excesso pode causar as manchas”, informa.

Como é feito o tratamento?

Para tratar o melasma é recomendada a aplicação de cremes clareadores e ácidos. Além disso, é possível contar com o auxilio de uma nova recnolgia denominada Laser Spectra. “Esse tratamento pode ser feito em qualquer estação do ano. O laser atua com uma luz de baixa frequência, evitando que as manchas voltem após algum tempo de realização do procedimento”, diz Macedo.

O aparelho atinge as camadas profundas da pele, atuando nas células que produzem o pigmento escuro que provoca as manchas acastanhadas. “O Spectra causa a divisão do pigmento em micropartículas para que o organismo o destrua. Essa técnica não é dolorosa, mas o paciente pode sentir um leve formigamento durante a aplicação dos pulsos de luz ultrarrápidos e a pele pode ficar um pouco avermelhada”, esclarece o dermatologista.

Ambos os efeitos colaterais desaparecem rapidamente. “A recomendação é que a paciente realize dez sessões, sendo que estas devem ser divididas em uma vez por semana. O uso de protetor solar diariamente é indispensável”, conclui Amilton.

SOBRE O MÉDICO

Dr. Amilton Macedo (CRM/SP – 80686), médico dermatologista com prática em oxidologia.

www.amiltonmacedo.com.br