Hoje é sexta, dia mundial da PUTARIA,

Vamos aquecer?

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Primeiro sintonize na maravilhosa Lana Del Hey  e se joga:

Conheci Fernando em uma festa no centro do Rio de Janeiro, foi atração ao primeiro olhar. Ele parou ao meu lado, sorriu e perguntou meu nome.

Entre nós, existia uma atmosfera sexual que arrepiava minha espinha e descia até minha vagina. Era um desejo que excedia o corpo.

Enquanto conversávamos Fernando sutilmente mordia seus lábios e fixava seus olhos na minha boca, aquilo estava me deixando louca, ele tocava minha cintura enquanto falava e na minha mente perversa, eu desejava que ele me arrebata-se em teus braços e me fode-se a noite inteira.

Foi quando, numa fração de segundos ele agarrou meus cabelos, me trouxe para perto e disse baixinho no pé do meu ouvido.

– Te quero!

Eu já anestesiada com aquela voz grave, grudei minha boca na dele. – Oh Céus! Me senti flutuando naquela boca macia e de beijo profundo. Minha vagina correspondia aos beijos, queria ali mesmo tirar minha roupa e sentir aquele homem penetrando forte em mim.
Era recíproco o tesão, o desejo a flor da pele. Não existia mais ninguém… Somente nossos libidos que gritava pelos nossos poros, suor na testa e pernas tremulas.
Fernando olhou no fundo dos meus olhos e disse.
– Vou chamar um taxi.
Não exitei e concordei. Nossas bocas tinham imãs, nossas mãos querendo percorrer partes intimas. Que pela calça caramelo de Fernando, mostrava aquele pau duro por mim.
Homeeeemmmm! O que fizeste com minha sanidade? Me sinto arrebatada pelo teu cheiro, embriagada por tua saliva e molhada por teu corpo.

Entramos no taxi, ele disse o endereço onde seu carro estava. La dentro, estava eu, Fernando e o taxista, não conseguimos disfarçar a vontade de foder em qualquer lugar.

O carro seguindo pela Av. Presidente Vargas, e minha mão percorrendo até sua calça, lentamente desabotoando, abrindo o zíper e encontrando aquele pau pronto pra foder.

Comecei a masturba-lo devagar, a beijar seu pescoço e falar sacanagem em teu ouvido. Ele revirava os olhos, sussurrando me chamava de gostosa, e minha buceta ali pronta para encaixar nele. Ja estávamos chegando quando o taxista percebeu o que estava acontecendo. Virou o retrovisor, nos dando “privacidade”.
Enfim chegamos!
Entramos no carro e recomeçamos. Ele dirigindo, eu chupando aquele homem e a música tocando. Entramos numa vila militar, ele parou o carro, começamos a nos beijar. Permiti que meu corpo expressa-se o desejo mais sórdido por aquele homem.
Pulei, me encaixando molhada naquele pau grosso. Fodemos pela primeira vez ali.
Fui do céu ao inferno – Inúmeras vezes! – Ele me fodia, me batia e me chamava de gostosa.

AAAAAHHH!

– Gozamos juntos!

Fudemos a noite inteira.
Acordamos e fudemos de novo.
Gozei não só pela transa, mas, gozei pela companhia, da intensidade e doação.

— Fernando meu fodedor, não espero de nós um romance. Só espero que nossa foda, não foda com nada e que um dia a gente se foda de novo.

– Bebendo chá anti-vácuo!