Já parou para pensar sobre a diferença entre os sentimentos de felicidade e de alegria? Ao perguntarmos para uma pessoa o que é felicidade, notaremos uma variedade de respostas, afinal, cada pessoa vai acrescentar um sentido para esse sentimento, é algo intransferível.

A felicidade é também vista pelo senso comum como sinônimo de saúde, dinheiro, bom emprego, amor e outras situações.

O filósofo alemão, Immanuel Kant, considera a felicidade uma “condição do ser racional no mundo, para quem, ao longo da vida, tudo acontece de acordo com seu desejo e vontade”.

A alegria, por sua vez, pode ser momentânea. É o transbordamento da felicidade e está relacionada a um fato ou uma ação positiva. Os momentos de alegria podem gerar picos de felicidade, é considerada a manifestação ativa da felicidade. A alegria é contagiante. Você já ouviu falar de pessoas que alegram os ambientes? Essa reação costuma conquistar a empatia de todos em volta.

Alegria e felicidade caminham juntas?

Segundo a psicóloga, Lizandra Arita é preciso compreender que alguém pode estar feliz, mas não necessariamente alegre. Essas emoções nem sempre estão relacionadas. Existem pessoas que vivem sorrindo, parecem contentes, mas ainda assim não se consideram felizes.

“Elas estão alegres. Isso porque a alegria vem do verbo “estar”, é um estado, algo momentâneo e passageiro, que vai e vem e tem relação com o comportamento das pessoas e os ambientes onde estamos”, explica.

Já a felicidade é algo que está dentro de cada um e tem a ver com ser. “Eu sou feliz”. “Felicidade é conquistada quando se está em paz consigo mesmo, quando o indivíduo está certo de quem ele é, tem convicção de suas crenças e é seguro em seus valores”, acrescenta a especialista.

A psicóloga Lizandra Arita explica que é preciso questionar como andam essas emoções em nós mesmos e desenvolver o autoconhecimento.  “Podemos definir a alegria uma reação diante das circunstâncias, enquanto a felicidade é um sentimento profundo quando se tem uma vida harmoniosa. Pessoas felizes podem sentir-se tristes em algum momento, mas a felicidade permanece”, define a terapeuta.

A especialista reforça que o alcance para uma vida plena depende de vários fatores, principalmente de nós mesmos.

“Devemos nos esforçar com atitudes. Ao criar momentos alegres no dia a dia, além de mantermos uma postura positiva, mesmo diante das dificuldades, colaboram para uma felicidade plena”, conclui.

Conheça a Lizandra Arita: Graduada em Psicologia pela Universidade Bandeirante de São Paulo, Lizandra Arita tem experiência em Psicologia Clínica e Institucional pelo Hospital Vera Cruz e atua desde 1998 em treinamentos de autodesenvolvimento. Realiza Programação Neuro Linguística, Hipnose e Autohipnose, Rebirthing, Psicodinâmicas, Gerenciamento de Emoções e Conflitos e atua, principalmente, em casos de depressão, ansiedade, processos emocionais ou comportamentais, problemas de relacionamento, fobias, pânico e transtornos obsessivos compulsivos. 

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