Resenha GirlBoss, a série da Netflix que fala sobre seu sucesso no e-commerce.

0
106

“GirlBoss” é baseada na autobiografia de Sophia Amorosu, especialista em e-commerce de roupas femininas que teve enorme sucesso desde 2006, tendo clientes como Kendall Jenner e Lena Dunham, sendo fãs fiéis da marca.

A série conta a história de quando Sophia, aos 22 anos, é demitida de seu trabalho e decide vender roupas vintages no eBay para se sustentar. Grande estrategista, Sophia decide colocar o nome de seu negócio de Nasty Gal Vintage, inspirado no álbum de Betty Davis, e começa a receber pedidos enormes de roupas, sendo então um sucesso no mundo online.

Sophia modificava as roupas vintages, deixando com um ar mais fashionista e moderno. Isso foi seu ponto chave: ela sabia o que as mulheres gostavam, logo levava isso até elas de modo prático e rápido. A garota conseguia encontrar peças por preços baixos, mas que valiam muito a pena, conseguindo investir em uma grande quantidade de roupas.

Ao decorrer da série acompanhamos romances, traições, brigas e até decisões precipitadas que acabaram em algumas falhas. Vemos também como ela investe puramente no seu negócio, acreditando no começo de seu império, chegando a sair do eBay (não antes de ser bloqueada por um deslize) e criando um site próprio para a loja.

Apesar da falência declarada da rede em 2016 (após o e-commerce, lojas físicas foram abertas- estando presente em mais de 60 países), a série nos mostra a independência feminina e a força de vontade que ela tem. Um sonho de um negócio de sucesso que foi realizado.Talvez a saída de Sophia tenha sido um sinal, pois sua imagem era muito ligada à marca e após isso, as quedas começaram.

Não há informações se terá uma segunda temporada, mas seria ótimo acompanhar o ciclo todo de Sophia e sua rede, dos altos e baixos. A empresária foi interpretada por Britt Robertson, que deu vida e muito humor Amorosu.